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terça-feira, 20 de novembro de 2012

CASTELOS DO BRASIL !!

Os castelos do Brasil, sim aqui também tem belos castelos, muito interessante este artigo, não sabia que haviam tantos castelos espalhados pelo nosso país, com vários estilos, alguns tipo castelo medieval e outros mais exóticos e com belo paisagismo.  A maioria fica no Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro.
Confira as fotos de castelos pelo Brasil.




Este é bem famoso, João Ferreira, o João Capão, 
é pernambucano de Garanhuns, eletricista, tem 64 anos 
e tinha o sonho de construir um reinado. 

Um dia ele assistiu a um filme 
e viu suntuosos palácios de reis. 

Há 17 anos, João iniciou a construção do seu sonho. 

Já ergueu duas torres com ares medievais, 
um salão, um jardim com fonte 
e alguns “puxadinhos” 
que, em breve, se transformarão em aposentos.







castelos do brasil

Edvonaldo Bezerra Torres, 
um empresário pernambucano de 47 anos, 
resolveu transformar sua casa 
num castelo cheio de minaretes da arquitetura árabe 
e contornos dos edifícios majestosos 
desenhados em Barcelona no final do século 19.








castelo do brasil

O Castelo do Batel, em Curitiba 
foi inspirado nos castelos do Vale do Loire, na França. 

Em 1923 o cafeicultor Holanda Luís Guimarães 
adquiriu um grande terreno 
e encomendou o projeto do castelo.







Cstelo el dorado

O castelo Eldorado 
foi construído em Marilândia do Sul, Paraná 
e tem 2142 m² de área construida.








castelos do brasil

De propriedade particular de José Ronilson Dantas, 
o castelo de Bívar 
foi construído por volta de 1984, 
próximo ao Rio Carnaúba, 
no Rio Grande do Norte.








castelo

O Castelo Simões Lopes 
foi construído em 1922, 
em Pelotas, no Rio Grande do Sul.







castelos no Brasil

O Château Lacave 
fica na cidade de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, 
e é o único castelo na América Latina 
a abrigar uma vinícola







castelo brasileiro

O castelo de Zé dos Montes 
fica no topo da Serra do Tapuia, 
no Rio Grande do Norte. 

Construído em 1953 por Francisco Quitiliano 
e em 1983 foi vendido para Zé dos Montes.






castelo itaipava

Construído na década de 20, 
o castelo de Itaipava, em Petrópolis, Rio de Janeiro, 
é uma reprodução dos castelos renascentistas.






castelo do brasil

O Castelo Mourisco hoje abriga 
a sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro. 
Sua arquitetura é a de um palácio inglês 
do período elizabetano.





castelo

O castelo do Instituto Ricardo Brennand 
é o Museu de Armas São João. 

A construção no bairro da Várzea, no Recife, 
tem aspecto medieval, 
mas foi erguida há apenas seis anos, 
com mais de um milhão de visitas até hoje.






vila medieval no brasil

A Villa Medieval 
é um castelo que comporta um complexo cultural 
em São José dos Campos, São Paulo






castelo lua cheia

O Lua Cheia Hostel 
é um castelo com ares medievais construído 
em plena praia de Ponta Negra, 
em Natal, Rio Grande do Norte.






castelo de pedra

O Castelo de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul, 
foi o centro das disputas políticas 
que provocaram a Revolução de 1923






castelo de sao paulo

O Castelo da rua Apa, 
no bairro de Santa Cecília, São Paulo, 
hoje enfrenta o abandono.






museu das armas

Prédio em estilo medieval, 
construído em Petrópolis que chama a atenção 
pelo seu ar misterioso.





castelos do brasil

O Castelo do Engady, 
construído pelo Padre Antenor Salvino, em 1974, 
é uma das principais atrações turísticas da região do Seridó, 
no Rio Grande do Norte.












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terça-feira, 6 de novembro de 2012

ÉLFOS !!








Elfo é uma criatura mítica da Mitologia Nórdica 
e do Paganismo Germânico, 
que aparece com freqüência na literatura medieval européia.


Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, 
também chamados de “elfos da luz” – Ljosalfr.


São descritos como seres belos e luminosos, 
ou ainda seres semi-divinos, mágicos, 
semelhantes à imagem literária das fadas ou das ninfas. 

De fato, a palavra “Sol” na língua nórdica era Alfrothul, 
ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios 
seriam fatais a elfos e anões.


Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. 

Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza 
vivendo em florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais.

Foram retratados como tendo longa vida ou imortalidade, 
e com poderes mágicos.






Na literatura


As qualidades élficas bastante exploradas na obra de J.R.R.Tolkien. 

Inclusive o autor resgatou formas há muito inutilizadas da palavra Elf, 
Elfo em inglês, cujo plural era comumente Elfs.


Em sua obra, Tolkien usava a variedade Elves, 
e a palavra acabou voltando aos dicionários. 

O mesmo aconteceu com Dwarf, Dwarfs, Dwarves, Anão.

As mais antigas descrições de elfos vêm da Mitologia Nórdica. 

Eram chamados álfar, de singular álfr.

Outros seres com nome etimologicamente relacionados a álfar 
sugerem que a crença em elfos não se restringe aos escandinavos, 
abrangendo todas as tribos Germânicas.


Essas criaturas aparecem em muitos lugares.

Shakespeare as imaginava como seres pequeninos, 
descrição essa que o autor de O Senhor dos Anéis, Tolkien, odiava. 

Seus próprios elfos eram sábios, altos e belos e imortais.











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TRASGO !!








Trasgo é um ser encantado do folclore do norte de Portugal 
especialmente da região de Trás-Os-Montes. 


Rebeldes, de pequena estatura, 
os trasgos usam gorros vermelhos 
e possuem poderes sobrenaturais.


Aparentados com os trasgos galegos, os trasgus asturianus, 
os duendes castelhanos e os follets e donyets catalães, 
os trasgos pregam partidas e fazem maldades: partem louça, 
quebram vidros, arrastam móveis, espalham a fruta, 
mudam os objectos de lugar.


Tal como o Zanganito e o Fradinho da Mão Furada o trasgo 
é um ser sobrenatural que parece-se com os seres humanos, 
é de baixa estatura e faz travessuras, principalmente de noite, 
dentro das casas.


Segundo as antigas crenças, os trasgos são pequenas “almas penadas”, 
crianças que não foram baptizadas que retornam para pregar partidas.

No concelho de Vimioso, ainda há ruínas 
de um velho “moinho dos trasgos”. 

Os trasgos são por vezes confundidos com os tardos.

















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COCATRICE !!







Cocatrice é um ser fantástico que, 
na maioria de suas descrições tem um corpo de um réptil alado 
com pernas e crista de galo e uma cobra na cauda.


Em umas versões, é dito que a cocatrice possui várias formas, 
sendo ou um réptil alado ou uma quimera completa.


Desde a Grécia Antiga, o animal entrava na categoria de seres fantásticos 
conhecidos como basilisco, 
e esse se tornou a imagem da fera, 
uma cobra gigante com uma coroa e uma pluma, 
porém, na Idade Média, o basilisco possuía duas retratações, 
a de serpente e a de uma criatura metade galinha, metade réptil.


Daí, a segunda imagem se tornou um monstro distinto, o cocatrice.


Para a heráldica, é visto como um animal semelhante 
a um dragão com cabeça de galo


Nasce de um ovo de galinha chocado por um sapo como seu parente, 
o basilisco. 

Possui a habilidade de transformar em pedra 
aquele que fixa seu olhar ao dele.









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BROWNIES !!










Duende ou espírito doméstico do folclore da Inglaterra e Escócia, 
o brownie habita casas de família, 
onde executa labores domésticos enquanto seus habitantes dormem. 

Tais tarefas são feitas em troca de presentes entre os quais laticínios, 
sua comida preferida. 

Se oferecido pagamento ou roupas, 
o brownie, ofendido, abandona a casa.


Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada. 

São mais ouvidos do que vistos. 

De espirito prestativo e benéfico, 
podem se tornar malignos se contrariados.


Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies 
também são encontrados em outras culturas, 
como por exemplo o tomte finlandês, 
o Heinzelmännchen alemão 
e o domovoi russo. 


A palavra portuguesa duende se origina do español 
dueño de casa (dono de casa) 
e exprime um conceito semelhante.














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GIGANTE ADAMASTOR !!









Adamastor é um mítico gigante baseado na mitologia greco-romana, 
referido por Luís de Camões n'Os Lusíadas.

Representava as forças da natureza contra Vasco da Gama 
sob a forma de uma tempestade, ameaçando a ruína daquele que tentasse 
dobrar o Cabo da Boa Esperança e penetrasse no Oceano Índico, 
os alegados domínios de Adamastor.

É o nome atribuído a um dos gigantes, filhos de Terra, 
que se rebelaram contra Zeus. Fulminados por este, 
ficaram dispersos e reduzidos a promontórios, ilhas e fraguedos. 


O seu nome surge, certamente, 
pela primeira vez com Sidónio Apolinário.


Foi popularizado ao ser usado com verdadeira mestria 
pelo poeta português Luís de Camões, no Canto V 
da epopeia portuguesa Os Lusíadas, 
como o gigante do Cabo das Tormentas, 
que afundava as naus, e cuja figura se desfazia em lágrimas, 
que eram as águas salgadas que banhavam 
a confluência dos oceanos Atlântico e Índico.


O episódio do Adamastor representa, assim, 
em figuração grandiosa e comovida, a sua oposição 
à audácia dos navegadores portugueses 
e a predição da história trágico-marítima que se lhe seguiria.


O Adamastor tem não só o papel de reforçar o positivismo da viagem, 
assim como o Velho do Restelo. 

Também dá ênfase ao «mais que humano feito» 
(feito sobre humano) referido na proposição.


Realçando a coragem do Herói, individual ou colectivo, 
que enfrenta, apesar do medo, desafios superiores do poder do Homem, 
porque renega a sua emoção seguindo a ordem de el-rei.

Na continuação do episódio, o narrador mostra-nos como este gigante 
tem uma fraqueza, um amor impossível, 
mostrando que até o mais poderoso ser padece 
dessa doença benigna que é o amor.


A sul do Cabo Bojador erguia-se um conjunto de lendas 
e superstições que a imaginação mitogénica 
criara a partir do mundo desconhecido. 

Os marinheiros quatrocentistas não podiam deixar de sentir 
o mistério que envolvia a transposição de tais obstáculos. 

As lendas representavam o medo do que havia 
no tenebroso cabo e para além dele.


À custa de uma experimentação contínua, 
os marinheiros portugueses aprenderam a recusar esses mitos 
e chegaram com Bartolomeu Dias ao Cabo das Tormentas, 
conhecido pela impossibilidade de se navegar, 
e que, passando a se chamar Cabo da Boa Esperança, 
lhes abria as portas da Índia.

Os mares desse cabo serviram muitas vezes de sepultura a naus 
e a gentes carregadas de riquezas e de desilusões, 
como que comprovando as profecias do Adamastor. 

Bocage escreveu um belo soneto relativo 
ás profecias do Adamastor :










Adamastor cruel ! ... De teus furores
Quantas vezes me lembro horrorizado !
Ó monstro! Quantas vezes tens tragado
Do soberbo Oriente dos domadores !

Parece-me que entregue a vis traidores
Estou vendo Sepúlveda afamado,
Com a esposa, e com os filhinhos abraçado
Qual Mavorte com Vênus e os Amores.

Parece-me que vejo o triste esposo,
Perdida a tenra prole e a bela dama,
Às garras dos leões correr furioso.

Bem te vingaste em nós do afouto Gama !
Pelos nossos desastres és famoso:
Maldito Adamastor ! Maldita fama !





É mencionado por Voltaire no capítulo dedicado a Camões 
do Essai sur la poésie épique. 


Aparece também na obra de Victor Hugo por duas vezes: 
em Os Miseráveis (Tomo III, Marius, cap III) 
e num poema dedicado a Lamartine 
(Les Feuilles d'automne, cap IX).


Alexandre Dumas refere o gigante por seis vezes nas suas obras: 
em O Conde de Monte Cristo (cap. XXXI), 
Vinte anos depois (cap. LXXVII), 
Georges (cap I), Bontekoe, Les drames de la mer, (cap I), 
Causeries Mes Mémoires (cap. CCXVIII). 

É também mencionado por Saramago, 
em sua obra chamada Intermitências da Morte.










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